Gestão de ativos que
trabalha por você,
não o contrário.
A maioria das empresas controla manutenção com planilhas, e-mails e memória. O resultado é previsível: equipamentos que falham na pior hora, histórico que some e decisões sem dados. O SmartAsset estrutura esse caos em um fluxo rastreável do primeiro ativo ao último parafuso.
O que custa não ter estrutura
na gestão de ativos
Não é a falta de esforço. É a falta de sistema.
Manutenção reativa
O equipamento quebra primeiro. Aí vem o conserto emergencial, mais caro, com produção parada. O planejado virou urgência.
Histórico inexistente
Quando perguntam "quando foi a última manutenção desse motor?", a resposta está na cabeça de alguém — ou não existe.
Decisões no escuro
Sem dados sobre custo por ativo, taxa de falhas e conformidade do plano, toda decisão de investimento é baseada em intuição.
01 — Estrutura
De "onde está esse equipamento?" para uma hierarquia viva.
Antes: listas soltas em planilhas, sem relação entre ativos, locais e responsáveis.
O primeiro passo da estruturação é mapear e registrar cada ativo no lugar certo: unidade, setor, linha, equipamento. Nada de código solto — cada item sabe onde está, a quem pertence e qual seu estado.
Vista em árvore da hierarquia de ativos e localizações
02 — Processo
O fluxo de manutenção que sua equipe sempre quis ter.
Antes: cada técnico fazia do seu jeito. Aprovações por WhatsApp. Etapas puladas sem registro.
Estruturamos o fluxo completo de uma ordem de serviço — do planejamento à execução e fechamento. Cada etapa tem responsável, prazo e registro. Nada avança sem que a etapa anterior esteja concluída.
Fluxo de trabalho de manutenção preventiva com etapas e responsáveis
03 — Controle
Todas as ordens de serviço. Uma só visão.
Antes: e-mails, post-its e planilhas paralelas. Ninguém sabia o status real.
Cada ordem de serviço tem número, data de abertura, descrição, status, local, prazo e incidência registrados. O time de manutenção e a gestão enxergam o mesmo painel em tempo real — sem ligações para saber "como está aquela OS".
Lista de ordens de serviço com status, prazo e responsável
04 — Indicadores
Decisões com dados. Não com intuição.
Antes: relatórios mensais feitos a mão, com dados desatualizados e sem padrão.
O painel de KPIs mostra em tempo real o cumprimento do plano preventivo, o backlog ativo de ordens, a distribuição por setor e o estado de vencimento das manutenções. A gestão para de perguntar — e começa a decidir.
Dashboard operacional com KPIs de cumprimento, backlog e vencimento
05 — Histórico
O histórico que vira ativo estratégico.
Antes: quando um técnico saía da empresa, o conhecimento ia junto.
Cada intervenção registrada vira dado. Com o tempo, o histórico revela padrões: quais ativos falham mais, em que periodicidade, com qual custo. Isso permite negociar contratos, planejar substituições e justificar investimentos com evidência.
Histórico de manutenções com rastreabilidade completa por ativo
06 — Operador de Campo
A operação na palma
de quem executa.
O técnico não precisa mais voltar ao escritório para saber o que fazer — e a gestão não precisa ligar para saber o que foi feito.
Lista de ordens por técnico, com status e prioridade
Checklist de execução com registro de data e incidência
Onde quer que esteja
Do pátio à doca, sem papel e sem rádio.
Antes: OS impressa, anotações à mão, foto por WhatsApp para "comprovar" a execução.
O operador abre o app, vê as ordens do dia com local, equipamento e prioridade. Marca as atividades que realizou e envia. A partir daí, o planejador ou responsável acompanha, valida e fecha a OS. Simples assim — sem telefonema, sem papel, sem "você já fez aquilo?".
Sua operação merece
mais do que uma planilha.
O diagnóstico é gratuito e dura 30 minutos. Saímos dele com um mapa claro do que está travando sua operação e como estruturar a solução certa para o seu contexto.
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